Avaliação clínica
História, exame físico, sinais de alerta, doenças associadas, medicamentos e impacto na função.
Diagnóstico antes da técnica
Dor persistente pode envolver músculos, nervos, articulações, sono, humor, sensibilização do sistema nervoso e condições clínicas associadas. O tratamento começa por entender quais mecanismos estão presentes.

História, exame físico, sinais de alerta, doenças associadas, medicamentos e impacto na função.
Orientações, movimento, sono, medicamentos quando padrão-ouro e encaminhamentos pertinentes.
Agulhamento seco, eletroestimulação periférica ou neuromodulação central quando houver indicação.
Nem toda dor aparece em exames de imagem ou laboratoriais. Síndromes miofasciais e processos de sensibilização, por exemplo, são reconhecidos principalmente pela história e pelo exame clínico. Ao mesmo tempo, nenhuma técnica deve ser indicada sem considerar diagnósticos alternativos e sinais de alerta.
Reduzir sofrimento, recuperar função e devolver participação na vida. A resposta varia conforme a causa, o tempo de evolução e as condições associadas.
Traga exames e tratamentos anteriores, se houver.